Carta aberta ao Promotor Sérgio Harfouche

09/02/2011 24 comentários

No dia 07/02/1011 o MS Notícias divulgou a abertura de uma comunidade terapêutica para recuperação de dependentes químicos, a Fazenda da Esperança Nossa Senhora da Abadia.

Compareceu à inauguração, o promotor de justiça da 27° Vara da Infância e Adolescência de Campo Grande, Sr. Sérgio Harfouche, que durante o seu discurso disse: “Digam-me os ateus como eles têm contribuído para a recuperação da vida, que deixarei de dizer que Deus é o caminho para a salvação”.

http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=57704

A reação de ateus foi instantânea… e aqui eu divulgo abertamente a carta que enviei ao promotor:

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Caro Sr. Promotor Sérgio Harfouche,

 

Meu nome é Fabio Dias de Castro Silva, moro na cidade de São Paulo e sou ateu.

Quando li a matéria intitulada “Importância da fé é ressaltada em fazenda de recuperação”, não pude deixar de sentir um certo incômodo ao ver que um promotor de justiça – que cuida de questões tão importantes como a educação, o zelo e, em muitos casos a ressocialização de crianças e adolescentes infratores, abandonados e/ou dependentes químicos – possa achar que um trabalho altruísta é exclusividade de pessoas que possuem crenças em divindades. No caso, em apenas uma divindade, o deus cristão.

Concordo em partes com o vereador Paulo Siufi, quando diz que o estado é laico, mas que os homens públicos não são.Não há nada de errado quando um homem – seja o cargo ou o emprego que possuir – declama sobre a sua fé divina. Mas como pessoas públicas, ambos têm o dever de trabalhar para que nós possamos viver com dignidade e com liberdade de escolhas sem correr o risco de sermos discriminados por nossas crenças ou pela falta delas. E o mais importante, ambos devem se lembrar que são peças representativas do Estado, que é laico. Assim sendo, devem ser imparciais enquanto comparecem a um evento como representantes do povo.

Logo, não há problema em apoiar uma instituição que trata de dependentes químicos por meio da fé em um deus ou de valores morais cristãos. Mas não consigo entender o ataque aos ateus nessa ocasião. Não sei se a declaração “Digam-me os ateus como eles têm contribuído para a recuperação da vida, que deixarei de dizer que Deus é o caminho para a salvação” foi feita para que se mostrasse a prova do altruísmo e da filantropia por parte dos ateus ou se foi simplesmente um ataque desnecessário.

De qualquer forma, seria muito interessante as pessoas saberem que a descrença não nos impede de ajudar ao próximo. Seja ele católico, muçulmano, judeu, budista, hindu, panteísta, espírita, mórmon,rastafari e etc.

Gostaria de perguntar ao Sr. Promotor Sérgio Harfouche, o que ele acha do altruísmo do casal Angelina Jolie e Brad Pitt para com as crianças africanas, das contribuições da Psicanálise de Sigmund Freud e Wilhelm Reich, do ativismo de John Lennon pela paz, da luta de Ayaan Hirsi Ali contra a amputação clitoriana, da Literatura de Machado de Assis, Jorge Amado, Monteiro Lobato e José Saramago, da filosofia de Friedrich Nietzsche e Socrates, das músicas de Chico Buarque e Caetano Veloso; e principalmente, nesse caso, sobre a atuação médica do ateu Dr. Drauzio Varella.

De qualquer forma, não é só de ateus famosos que as pessoas recebem ajudas. Infelizmente não existe uma estatística para mostrar quantos ateus fazem trabalho beneficente, quantos promovem doações de sangue e medula óssea, quantos ateus doam roupas, alimentos e brinquedos, quantos ateus realmente botam a mão na massa. Talvez o Sr. Sérgio possa se informar um pouco sobre as instituições e grupos céticos como a Liga Humanista Secular, a Aliança Estudantil Secularista em faculdades brasileiras, as campanhas de doação de sangue do Ateus em Curitiba, entre muitos outros ateus independentes que estão sempre dispostos a ajudar quem precisa. Quantos profissionais da saúde trabalham de graça ajudando os necessitados? Será que são todos religiosos?

Infelizmente nós somos uma parcela muito pequena da população e dificilmente rotulamos nossas ajudas como “atéias”. Portanto, gostaria que o senhor tentasse expandir um pouco a consciência em relação a nós. Não posso falar por todos os ateus, pois não somos institucionalizados, com idéias únicas, dogmas ou regras pré-definidas, mas fecho dizendo que nós contribuímos SIM para a recuperação e manutenção da vida. Para ver, basta procurar.

Espero que esse e-mail possa servir como um tijolo na construção de um conceito um pouco mais positivo.

 

Atenciosamente,

Fabio Dias

 

Eu Também Quero Falar – Instauração de Inquérito contra Datena

O vídeo é antigo, mas eu ainda não tinha postado.

Esse vídeo é sobre o “Caso Datena x Ateus” que deixou uma porrada de gente um pouco estressada. E o bom foi ver que não foram só os ateus que reprovaram a atitude xiita do apresentador.

Para ler o documento completo, clique nesse link: http://www.atea.org.br/Inquerito_MP-SP_Datena.pdf

Quero lembrar que, apesar do link estar no site da ATEA, essa representação não foi feita pela associação – como muitos dizem – e eu não faço mais parte da mesma.

 

Sem Ensaio Para Viver

Quais serão os maiores desafios do ser humano? A vida, a morte, aceitação… amor fati?

Nascemos, crescemos, aprendemos, tentamos, experimentamos. Então somos podados, alinhados, moldados e doutrinados.

Então vem a amnésia, você já tem cinco anos, vá para a escola e aprenda tudo, seja um orgulho. A primeira namorada, não decepcione, ela é para sempre – você já tem 16 anos. Com 18, você está atrasado, ainda não passou na faculdade. Escolha logo a sua profissão, você já tem 23 anos e não se decidiu. Aos 30 está formado, é um administrador de empresas e trabalha como louco – você não tem tempo para a sua família e seu amigos. Aos 40, não sabe onde está – foi o coração, dizem os médicos. Tem 50, “só faltam 13″… Chega a aposentadoria, você está velho, arrependido e com medo da morte.

Tanto medo da morte quanto teve da vida?

Você perdeu a chance de dizer NÃO, de olhar para os lados, para o horizonte, para si mesmo e dizer SIM.

A vida é um eterno retorno, certo? Mas ela não volta… e é única.

Desafio… a dificuldade do ser humano é se permitir viver a vida.

Grande aquele que a beira da morte, no fim da vida diz: Se eu pudesse, não mudaria nada.

A Consciência ATEA

14/12/2010 2 comentários

Nos últimos dias tem aparecido em diversos jornais a “Campanha dos Ônibus” promovida pela ATEA – Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos. Uma campanha que fez sucesso em outros países e que a Associação tenta, desde a sua fundação, aplicar aqui no Brasil.

E finalmente conseguiram a verba – de um doador anônimo, por meio da verba da entidade e de doações.

O resultado foi esse:

Campanha dos Ônibus

Em primeiro lugar, cria-se um slogan que diz “Diga não ao preconceito contra ateus” – e se esquece que na ATEA existem agnósticos também.

Em segundo lugar, vamos analisar as imagens e mensagens da campanha, mas antes: Qual o público alvo? Qual o nível de informação desse público? As mensagens são facilmente interpretadas ou podem causar confusão?

Chaplin e Hitler: Postos lado a lado pelo bigodinho? Um é ateu (ou seria agnóstico?), o outro é cristão. Ok, quem já se interessou em saber sobre a religiosidade no Nazismo, sabe que Hitler era de fato um cristão. Mas aí entramos na questão da associação de imagem e conceito – O que as pessoas (público alvo) sabem da vida de Chaplin? E qual a tremenda necessidade de associar religiosos a Hitler?? ‘Ah… porque religião não define caráter’. Ta certo, mas pra que tanto radicalismo na hora de pedir direitos iguais?? Temos que dar o troco na mesma moeda ou temos que fazer diferente? Queremos igualar a podridão dos ataques de baixo nível? TODA relação a Hitler e ao Nazismo tem que ser feita com cautela para o tiro não sair pela culatra.

Atentados de 11 de Setembro: Mais uma imagem para chocar. TODOS sabem que esses atos foram cometidos por religiosos extremistas. Também sabemos que não tiveram apoio de muçumanos, católicos, evangélicos, judeus, ateus e agnósticos – entre outros – que não concordam com a violência dessa Jihad Islâmica. Ao lado temos ‘Se Deus existe, tudo é permitido’ – Vamos ver: Primeiro, da a entender que a ATEA (e podem facil e erradamente entender, os ateus) está dizendo que religiosos são capazes de quaisquer atos em nome dos seus deuses – assim como o Datena disse que nós somos capazes de tudo pela falta de deus no coração. Ou seja, não diz que aqueles terroristas são religiosos, mas parece dizer “religiosos são terroristas em potencial”. O último absurdo dessa mensagem é colocar a distorção de uma frase de Dostoiévski. Não critico pela distorção, mas pelo objetivo a ser alcançado com ela. O público alvo da sua campanha conhece o autor? Sabe o contexto em que foi usado?
Muito tempo atrás eu resolvi fazer parte de uma comunidade do Orkut que achei muito boa, pela ironia e sarcasmo: Não li Dostoiévski – “Comunidade criada para você que faz parte desta parcela tão minúscula da população brasileira que nunca leu Dostoiévski.”
Ou seja, mensagem que não é facilmente entendida e que passa agressividade… mais uma vez.

– Um presidiário lendo a Bíblia: Talvez a mais café-com-leite da campanha. Mas é uma questão do seu ponto de vista em relação aos benefícios das religiões, principalmente em presídios. Acredito que até mesmo o ateu Dráuzio Varella concordaria comigo, quando digo que há sim benefícios. Como meu objetivo não é discutir psicologia e sociologia aqui, vou deixar minha crítica mais voltada ao lado publicitário dessa peça: Poderia ter sido melhor trabalhada, a mensagem não é clara (lembre-se do público alvo). Discordar em partes da frase, é uma questão pessoal.

– Somos todos ateus com os deuses dos outros: Agora sim, uma a ser salva. Ela não é agressiva, mas sim informativa. É uma peça que eu imagino que mais faça as pessoas pensarem de uma forma positiva sobre o ateísmo… por mais que provoque um simples “hummm…” na cabeça das pessoas. Outras pessoas acham que ela poderia ter sido melhor trabalhada também, mas na minha opinião ela está boa.

Ok, em terceiro lugar, gostaria de analisar o fracasso da campanha: Ela era pra circular em ônibus? Circulou? Não né? Então que pseudo-sucesso é esse? Não vejo como possa ter passado na cabeça dos idealizadores, que Hitler e 11/9 circulariam livre e alegremente pelos ônibus das capitais do país mais católico do mundo. E então a “Campanha dos Ônibus” foi parar nos jornais – e talvez na Justiça. Mas não está andando nas ruas. Segundo o Sottomaior, a campanha é um sucesso, mesmo que paradoxalmente. Na minha opinião – e não só minha – foi uma campanha desesperada, mal preparada e mal executada. Deu resultados? Deu… mas poderia ter sido melhor se não tivesse sido feita com esse tom desnecessariamente agressivo (que muitos ateus não concordam, mas não se colocam no lugar de pessoas mais neutras e pessoas religiosas).

Outro ponto crítico, é a ATEA realizar uma campanha dessa magnitude sem que os próprios associados tivesses sido consultados. Não que eu ache que o Sottomaior deva pedir permissão para os associados, mas será que o diálogo não existe nem em uma das maiores associações de ateus do país? Não houve uma enquete, e-mail, aviso… nada! E então, de repente aparece a campanha falando por mim. Eu faço parte da ATEA. Não é uma questão de estatuto… mas de respeito aos seus associados. Afinal, falar EM NOME de todos nós é uma responsabilidade muito grande.

Não vou reproduzir o diálogo que tive com o Sottomaior, mas o resultado positivo, segundo ele, foi a exposição na mídia, a quantidade de entrevistas que ele deu e o aumento de associados à ATEA.

Pra finalizar, uma última opinião: Vamos deixar um pouco esse ego de lado. É importante que a ATEA ganhe novos associados, afinal, mais pessoas terão acesso às informações e ações. Mas não façam isso a qualquer custo. Vamos usar a mídia como um meio, não como um fim. E nem toda mídia é positiva… temos a Geyse Arruda aí para servir de exemplo.

A ATEA está aí para unir ou dividir ateus e agnósticos?

Mindsturbation

05/10/2010 1 comentário

Este post é impróprio para a minha mãe


Como todos vocês sabem – milhões de visitantes e fãs do blog Watafãque – hoje eu moro sozinho em um apartamento na Vila Gumercindo. E quando vi o apartamento, logo de cara gostei muito de uma coisa: o chuveiro é a gás. Ou seja, você liga o registro e um aparelho lá na área de serviço acende o fogo dentro de uma caixa, aquecendo a água que vai pro seu banho.

Teoria.

Mas que maravilha rapaz… vou economizar muito com energia elétrica – pensei assim, pois gosto de banhos quentes e demorados.

Aliás, nunca entendi a relação entre viadagem e banhos demorados. Água quente na cabeça por muito tempo faz as pessoas ficarem afeminadas? Comigo não é assim, nunca saí de um banho demorado pensando “putz, que vontade de dá”. Mas cada um, cada um, enfim…

Voltando à teoria de funcionamento… na prática não é bem assim. Meu aquecedor decidiu fazer igual ao dono e só trabalhar quando quer. O que não é bom pro dono… em relação à sua própria atitude e do seu mais novo subordinado, o aquecedor.


O preguiçoso (ao fundo, lógico)

E esses banhos são muito importantes, tanto pra higiene quanto para a criatividade, como já foi discutido com o psicanalista:

– Mas porque você demora no banho, fica se masturbando?

– Não… parei com isso. Eu fico viajando, pensando na vida, tendo idéias… tenho muitas idéias durante o banho.

– Humm (coçando a barba), então você fica se masturbando mentalmente?

– Masturbação mental… é uma boa definição.

 

Já tive grandes idéias e inventei coisas geniais durante o banho.

Sou um daqueles que inventam e não patenteiam. No banho então…

Eu sinto que poderia trabalhar no Google ou sei lá… na Liga da Justiça:

– OH MEU DEUS Schultz, precisamos que você nos diga como salvar o mundo. Um míssil nuclear interplanetário está vindo em direção à Terra.

– Ok… rápido, me tragam um chuveiro.

 

Eu não sei vocês… mas eu preciso de BANHO QUENTE e durável.

Então, DONA ELETROGÁS… Dê um jeito no meu aquecedor para que meus posts não comecem no chuveiro e terminem na privada!!!

 

Embarcando na Tourette

Um tempo atrás eu trabalhava como estagiário de RH de uma empresa de call center… que aliás, prefiro não divulgar o nome. Afinal, só faço boa propaganda de coisas fodas. E empresa que trata funcionário como lixo, também tem que ser tratada como tal.

Essa empresa fica – por enquanto – lá no Largo da Concórdia, ao lado da estação do Brás.

Aquela estação é um inferno… gente correndo de um lado pro outro, principalmente quando percebem – ou são avisados – que o trem está chegando ou saindo. Parece a farra do boi de Pamplona. E eu que não tinha nada a ver com aquela pica (que é do axpira), só tinha que desviar freneticamente do povão.

E o cheiro de pão de queijo então??? Mamma mia… que coisa nojenta, entrava até no cérebro.

E falando em cérebro, minha professora da faculdade falava muito dos livros do Oliver Sacks, um psiquiatra com histórias fantásticas. E a forma em que ele passa essas histórias pro papel é genial, aquilo é arte.

É uma leitura agradabilíssima e fácil, tanto para profissionais quanto para leigos… Eu tinha muita vontade de ler um livro dele, de tanto que ouvia na sala de aula.

E voltando ao Brás, não é só de caos que aquilo vive… dentro da estação existe uma das quatro bibliotecas gratuitas da parceria entre o Instituto Brasil Leitor e o Metrô-SP, chamada Embarque na Leitura.

 

Muitos livros bons

 

Dei uma parada lá e achei alguns livros do Sacks no catálogo… dia seguinte já levei as cópias de alguns documentos e fiz meu cadastro.

E já saí com o Um Antropólogo em Marte, que conta uns 7 casos passados pelo Sacks. Um deles contava a história de um cirurgião que sofria da Síndrome de Tourette.

Você conhece essa síndrome?

“A síndrome de Tourette ou síndrome de la Tourette, também referida como SGT ou ST, é uma desordem neurológica ou neuroquímica caracterizada por tiques, reações rápidas, movimentos repentinos (espasmos) ou vocalizações que ocorrem repetidamente da mesma maneira” – Wikipedia

O Oliver Sacks ficou muito interessado em saber como era possível que um Tourético pudesse exercer uma função tão precisa como a de um cirurgião, então passou a acompanhá-lo no seu dia-a-dia.

Para se ter uma idéia da gravidade da síndrome, dê uma olhada nesse vídeo:

 

 

Parece incontrolável, certo?

O cirurgião tinha uns espasmos tão repentinos e repetitivos, que parecia impossível ter condições de operar alguém. Mas era uma pessoa muito respeitada e requisitada, tanto que muitos queriam fazer cirurgias só com ele.

Quando estava concentrado na sua função, tudo corria tranquilamente… sem tiques, sem espasmos. Contanto que nada saísse do planejado, como alguma interrupção. Senão a síndrome atacava de novo.

Eu acho um tanto quanto aflitivo sempre que me coloco no lugar de uma pessoa que sofre disso. Principalmente por pensar que não se tem o que fazer, só conviver com o distúrbio.

Mas ficam as dicas aí… Embarque na Leitura, Oliver Sacks e os Touréticos.

Para muitos, novidades.

Clique nos links da biblioteca para ver em quais estações elas estão.

Dijon

Fiz um update no post Spice Burgers, pois recebi um e-mail da Karina Hosokawa, gerente da Aurora, distribuidora da Tabasco aqui no Brasil.

Felizmente, não é só com esse produto que eles trabalham… no e-mail ela me enviou também um site com muitas receitas para se fazer com a mostarda Dijon da Maille.

Eu fiquei babando, pois sou carnívoro de verdade… e o primeiro post do blog já é uma costelinha de porco com mostarda com mel… oh lôko bicho.

Ultimamente tenho aprendido a gostar de mostarda. Mas não qualquer mostarda, como aquelas que vão em qualquer x-salada, fiéis companheiras do catchup doce e aguado. To falando de mostarda BOA, tipo EXTRA FORTE mesmo.

Só de ver aqueles potes de mostarda no supermercado eu já imagino um lanchão do Bar Léo, lá no Centro de SP – que eu copio muito bem aliás.

Como eu falei anteriormente, coisa foda eu faço propaganda mesmo… e se cozinharem alguma coisa que tem nesse site, podem me chamar!!!

Para conferir as receitas é só clicar AQUI e ser feliz… ou frustrado, como eu aqui.

Só pra passar vontade...

Ps.: Preciso desses milhões de potezinhos para ingredientes.